sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Sexo envelhece


Essa notícia deu no G1 da Globo: Sexo envelhe, afirma ex-secretária de 105 anos. E a considerar pela a juventude expressa na foto acima dessa jovem anciã de 105 anos, devemos concordar totalmente com a afirmativa dela: sexo realmente envelhece. Eu, que infelizmente não segui esse conselho, vou acabar morrendo precocemente, de velhice, mas com um sorriso deslavado no rosto...

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Erictibion e a crise

De certa forma compartilho com nosso presidente (em sua simplicidade) a mágoa por essa crise que assola a economia mundial. Sei que isso não resolve, que a crise está aí e veio para ficar independente dos meus humores (ou os humores do presidente). O problema é que a economia de mercado no sistema capitalista, dita de risco, não carrega os riscos, só os lucros.

Vamos pagar o pato por uma patacoada que não fizemos. E isso é a motivação da mágoa presidencial e, de certa forma, também minha. Quando as bolsas sobem, ganhos os investidores (capitalistas); quando despencam, perde todo mundo, perde o povo, o trabalhador, o operário (obrigados a bancarem o prejuízo para escapar dos ditos "riscos sistêmicos").

Nosso presidente tenta dourar a pílula, falando em "bancos pequenos", pequenos? Quais? Ou pequenos em quê, senhor presidente? Nos juros que nos cobram? Nas taxas? Vamos socorrer os bancos pequenos, diz ele, como se um banco fosse igual a um pequeno agricultor ou assemelhado a um microempresário. Na verdade estamos assistindo a um novo e rebatizado PROER, lembram?

Fica o protesto (meu e do presidente) E é só o que vai ficar...

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Quem é Erictibion?

Eu não sei, mas parece mais com nome de remédio do que de pessoa - e essa foi a forma como respondi a pergunta título desse post. Esse nome, que me foi apresentado por pai quando eu estava com uns 12 ou 13 anos de idade, veio acompanhado dessa pergunta: - Quem é Erictibion?
A resposta foi honesta, sincera e verdadeira. Eu (ainda) não conhecia Erictibion naquele tempo. Passaram-se vários anos, muita água passou por debaixo da ponte, muitas indas e vindas, voltas e reviravoltas, marchas e contramarchas, e mais uma meia dúzia de lugares comuns, quando um belo dia choveu.
Não choveu dinheiro na minha horta, talvez devido ao fato de que eu não tenho (e nem nunca tenha tido) uma horta. Uma aorta? Sim, tenho, mas estamos falando de coisas diferentes. É a horta, e não a aorta, existe um "agá" que muda o sentido e faz toda a diferença entre a principal artéria do corpo humano e uma mera plantação de batatas.

Bom, acho que já chega.